quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Down

foto: Rodrigo Magalhães
Down em mim
Composição: Frejat e Cazuza
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Eu não sei o que o meu corpo abriga
Nestas noites quentes de verão
E nem me importa que mil raios partam
Qualquer sentido vago de razão
Eu ando tão down
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Outra vez vou te cantar, vou te gritar
Te rebocar do bar
E as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
E quando o sol vier socar minha cara
Com certeza você já foi embora
Eu ando tão down
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Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer
Da privada eu vou dar com a minha cara
De panaca pintada no espelho
E me lembrar, sorrindo, que o banheiro
É a igreja de todos os bêbados
Eu ando tão down
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Down... down
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Down em mim
Cazuza > Baixe Aqui
Barao Vermelho > Baixe Aqui
não encontrei o album completo, fico devendo.
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Em 15 e 20 de janeiro de 1985, o Barão Vermelho se apresenta na primeira edição do Rock in Rio (o maior e mais importante festival da América do Sul). A apresentação da banda no quinto dia tornou-se antológica por coincidir com a eleição do presidente Tancredo Neves e com o fim da Ditadura Militar. Cazuza anuncia esse fato ao público presente e para comemorar, cantou "Pro Dia Nascer Feliz".

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

LUZ DAS ESTRELAS

Ganhei um selo da Lud
Sim o blog tem amigas de verdade e são todas muito queridas!
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"Ser poeta é ser mais alto, é ser maior..." e todas são!
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Cancão da américa
Milton Nascimento
Baixe Aqui

beijos obrigado pela a amizade de todas!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ó Fortuna

A roda da fortuna, no codex dos Carmina Burana
Os Carmina Burana, são textos poéticos contidos em um importante manuscrito do século XIII, o Codex Latinus Monacensis, encontrados durante a secularização de 1803, no convento de Benediktbeuern - a antiga Bura Sancti Benedicti, fundada por volta de 740 por São Bonifácio, nas proximidades de Bad Tölz, na Alta Baviera. O códex compreende 315 composições poéticas, em 112 folhas de pergaminho, decoradas com miniaturas. Atualmente o manuscrito encontra-se na Biblioteca Nacional de Munique.
Carl Orff, descendente de uma antiga família de eruditos e militares de Munique, teve acesso a esse códex de poesia medieval e arranjou alguns dos poemas em canções seculares para solistas e coro, "acompanhados de instrumentos e imagens mágicas”.

A Cantata
O compositor alemão Carl Orff musicou alguns dos Carmina Burana, compondo uma cantata homônima. Com o subtítulo "Cantiones profanae cantoribus et choris cantandae", a obra, por suas características, pode ser definida também como uma "cantata cênica". Estreou em junho de 1937, em Frankfurt e faz parte da trilogia "Trionfi" que Orff compôs em diferentes períodos, e que compreende os "Catulli carmina" (1943) e o "Trionfo di Afrodite" (1952).

A cantata é emoldurada por um símbolo da Antiguidade — a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança, mas não apresenta uma trama precisa.
Orff optou por compor uma música inteiramente nova, embora no manuscrito original existissem alguns traços musicais para alguns trechos.
Requer três solistas (um Soprano, um Tenor e um Barítono), dois coros (um dos quais de vozes brancas), Pantomimos, Bailarinos e uma grande Orquestra (Orff compôs também uma segunda versão, na qual a orquestra é substituída por dois pianos e percussão).

A obra é estruturada em prólogo e duas partes. No prólogo há uma invocação à deusa Fortuna na qual desfilam vários personagens emblemáticos dos vários destinos individuais. Na primeira parte se celebra o encontro do Homem com a Natureza, particularmente o despertar da primavera - "Veris laeta facies" ou a alegria da primavera. Na segunda, "In taberna", preponderam os cantos goliardescos que celebram as maravilhas do vinho e do amor “Amor volat undique”), culminando com o coro de glorificação da bela jovem ("Ave, formosissima". No final, repete-se o coro de invocação à Fortuna "O Fortuna, velut luna”.
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A obra completa
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Carl Orff - Carmina Burana

FORTUNA IMPERATRIX MUNDI
01. O Fortuna
02. Fortune plango vulnera

I. PRIMO VERE
03. Veris leta facies
04. Omnia sol temperat
05. Ecce gratum

UF DEM ANGER
06. Tanz
07. Floret silva nobilis
08. Chramer, gip die varwe mir
09. Reie
10.Were diu werlt alle min

II. IN TABERNA
11. Estuans interius
12. Olim lacus colueram
13. Ego sum abbas
14. In taberna quando sumus

III. COUR D'AMOURS
15. Amor volat undique
16. Dies, nox et omnia
17. Stetit puella
18. Circa mea pectora
19. Si puer cum puellula
20. Veni, veni, venias
21. In truitina
22. Tempus est iocundum
23. Dulcissime

BLANZIFLOR ET HELENA
24. Ave formosissima

FORTUNA IMPERATRIX MUNDI
25. O Fortuna

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Só eles


O que não se pronuncia
Enquanto as vistas embaçam
E os ouvidos moucos se esforçam
Para participar do ensejo
Onde a alma se entrega...
E o corpo pede o toque
O olfato
Só eles
...

do blog > Teatro da Vida

azul escuro com um toque de laranja*

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Norah Jones - House of Blues

Geetali Norah Jones Shankar
Norah Jones
(Brooklyn, 30 de Março de 1979)
É uma pianista, cantora e compositora
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Norah nasceu na cidade de Nova Iorque, filha do tocador de sitar indiano Ravi Shankar, tendo vivido sua infância com sua mãe, Sue Jones. Jones estudou no Booker T. Washington High School for the Performing and Visual Arts e na University of North Texas, onde formou-se em jazz piano. Em 1999, após dois anos no programa, Norah mudou-se para Nova Iorque, onde toca com sua banda, Wax Poetic
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Norah apresenta-se freqüentemente com o guitarrista Charlie Hunter. Sua música é freqüentemente comparada com a de Billie Holiday e Nina Simone
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realizou quatro shows no Brasil em novembro de 2010 . A empresa Dançar Marketing & Comunicações divulgou em seu site oficial as cidades que a cantora passaria (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e na minha linda Curitiba)
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House of Blues > Baixe Aqui
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Norah Jones ganhou no total doze Grammys
Em 2003
-Melhor Artista Revelação
-Álbum do Ano
-Melhor Engenharia de Álbum, Não Clássico
-Melhor Álbum Vocal de Pop com "Come Away with Me"

-Gravação do Ano
-Música do Ano
-Melhor Performance Vocal Feminina de Pop
com "Don't Know Why"
Em 2005
-Gravação do Ano
-Melhor Colaboração Pop com Vocais
com "Here We Go Again"

-Melhor Performance Vocal Feminina de Pop
com "Sunrise"

-Álbum do Ano
-Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo
com "River: The Joni Letters"

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O Poeta de Botafogo

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho
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(Recife, 19 de abril de 1886 / Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968)
Professor, Poeta, Cronista, Crítico e Historiador literário
Brasileiro.
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Poemas De Manuel Bandeira
O Poeta de Botafogo
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De A cinza das horas (1917)
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EPÍGRAFE
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Sou bem-nascido. Menino,
Fui, como os demais, feliz.
Depois, veio o mau destino
E fez de mim o que quis.
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Veio o mau gênio da vida,
Rompeu em meu coração,
Levou tudo de vencida,
Rugia e como um furacão,
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Turbou, partiu, abateu,
Queimou sem razão nem dó -
Ah, que dor!
Magoado e só,
- Só! - meu coração ardeu:
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Ardeu em gritos dementes
Na sua paixão sombria...
E dessas horas ardentes
Ficou esta cinza fria.
- Esta pouca cinza fria.