quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Cascatinha e Inhana

Francisco dos Santos (Cascatinha)
e
Ana Eufrosina da Silva (Inhana)
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Marido e esposa, juntos formaram uma das principais duplas sertanejas do Brasil. Suas mais famosas músicas foram Índia (1952) que os levou a um grande sucesso, Meu Primeiro Amor (também de 1952) e Colcha de Retalhos (1959).
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Colcha de Retalhos > Baixe Aqui
Meu Primeiro Amor > Baixe Aqui
Índia > Baixe Aqui
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Nascidos no interior de São Paulo, desde cedo a dupla apaixonou-se pela poesia da música sertaneja. Francisco dos Santos já tocava bateria e violão e se apresentava cantando modinhas, canções e valsas românticas. Quando da chegada do circo Nova Iorque no município de Araraquara, Francisco conheceu o cantor Chopp e resolveu formar dupla com ele, adotando então o nome artístico de Cascatinha, nome de famosa cerveja da época, para estar de acordo com o nome do parceiro. Por essa época, Ana Eufrosina se apresentava como solista em um conjunto formado por seus irmãos. A dupla Chopp e Cascatinha se apresentava em circos.
Francisco e Ana se conheceram e casaram em 1941. Formou-se então o Trio Esmeralda, com Chopp, Cascatinha e Inhana, nome artístico adotado por Ana. O Trio Esmeralda viajou para o Rio de Janeiro obtendo relativo sucesso. Receberam prêmios nos programas César Ladeira na Rádio Mayrink Veiga, Manuel Barcelos e "Papel carbono", este de Renato Murce, ambos na Rádio Nacional. Em 1942 o Trio se desfez com a saída de Chopp. Cascatinha e Inhana ingressaram então no Circo Estrela D'Alva, com o qual fizeram excursão pelo interior dos estados do Rio e de São Paulo, para onde retornaram. Em São Paulo continuaram a atuar em diversos circos, tendo permanecido por cinco anos no Circo Imperial...
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O disco
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Cascatinha e Inhana
Grandes Sucessos > Baixe Aqui

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Garoto

Aníbal Augusto Sardinha
Garoto
(São Paulo, 29 de junho de 1915 / Rio de Janeiro, 3 de maio de 1955)

Compositor e violonista Brasileiro.

Além de violonista, Garoto foi um músico multi-instrumentista, dominando também o banjo, cavaquinho, bandolim, violão tenor, guitarra elétrica, havaiana, portuguesa, além de compor e fazer arranjos para estes instrumentos.

Foi um dos maiores violonistas Brasileiros de todos os tempos, sendo influência para músicos como João Gilberto, Raphael Rabello, Dino 7 Cordas.

Começou a carreia bastante cedo, com apenas 11 anos de idade, o que lhe rendeu o apelido de "O Moleque do Banjo" e posteriormente Garato.
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O disco

Garoto (Aníbal Augusto Sardinha) - Viva Garoto (1950)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Violão vadio

foto: Allyson Krainski > gutoclick
Violão Vadio
Baden Powell e Paulo César Pinheiro
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Novamente juntos eu e o violão
Vagando devagar, por vagar
Cantando uma canção qualquer, só por cantar
Mercê da solidão
Vadiando em vão por aí
Nós vamos seguir,
Outra rua, outro bar, outro amigo, outra mão
Qualquer companheira, qualquer direção
Até chegar em qualquer lugar
Qualquer que seja a morte a esperar
Jamais meu violão me abandonará
Se eu vivi, foi inútil viver
Já mais nada me resta saber
Quero ouvir meu violão gemer
Até me serenizar
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Baden Powell e Paulo C. Pinheiro > Baixe Aqui
Yamandu Costa > Baixe Aqui
Diogo Nogueira > Baixe Aqui
Elisete Cardoso > Baixe Aqui
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Personagem na foto:
Allan Krainski músico, artista da vida, grande amigo e professor
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Sem a música, a vida seria um erro.
(Friedrich Nietzsche)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Haiti

Foto: Rodrigo Maia
Haiti
Caetano Veloso e Gilberto Gil
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Quando você for convidado pra subir no adro
Da fundação casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
E aos quase brancos pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados
E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados
E hoje um batuque um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada:
Nem o traço do sobrado
Nem a lente do fantástico,
Nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for a festa do pelô, e se você não for
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização
Do ensino do primeiro grau
E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital
E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal
E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco
Brilhante de lixo do Leblon
E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos
Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
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sábado, 11 de dezembro de 2010

Morte e Vida Severina


Funeral de um Lavrador
Chico Buarque de Hollanda e João Cabral de Mello Neto
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Esta cova em que estás com palmos medida
É a conta menor que tiraste em vida
É a conta menor que tiraste em vida
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É de bom tamanho nem largo nem fundo
É a parte que te cabe deste latifúndio
É a parte que te cabe deste latifúndio
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Não é cova grande, é cova medida
É a terra que querias ver dividida
É a terra que querias ver dividida
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É uma cova grande pra teu pouco defunto
Mas estarás mais ancho que estavas no mundo
Estarás mais ancho que estavas no mundo
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É uma cova grande pra teu defunto parco
Porém mais que no mundo te sentirás largo
Porém mais que no mundo te sentirás largo
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É uma cova grande pra tua carne pouca
Mas a terra dada, não se abre a boca
É a conta menor que tiraste em vida
É a parte que te cabe deste latifúndio
É a terra que querias ver dividida
Estarás mais ancho que estavas no mundo
Mas a terra dada, não se abre a boca.
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Chico Buarque e Airton Barbos > Baixe Aqui
Nara Leão > Baixe Aqui
Rolando Boldrin & Renato Teixeira > Baixe Aqui

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Andrés Segóvia

Andrés Segovia
(Linares, Espanha, 21/2/1893 - Madri, 3/6/1987)
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Foi um violonista erudito Espanhol considerado o pai do Violão erudito moderno pela maioria dos estudantes de música.
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A introdução de Segovia ao violão foi aos quatro anos de idade. Quando era pequenino, o seu tio entoava-lhe canções enquanto ele tocava um violão imaginária. Isso incitou Segovia a elevar o violão para o status do piano e do violino. Em particular, ele queria que o violão fosse tocada e estudada em todos os países e universidades do mundo, e passar o seu amor por ela para as gerações futuras
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Muitos músicos proeminentes acreditaram que o violão de Segovia não seria aceite pela comunidade da música erudita, porque nas suas mentes, o violão não poderia ser usada para música erudita. Apesar disso, a excelente técnica de Segovia e o seu toque único atordoaram plateias. Consequentemente, o violão não foi mais visto estritamente como um instrumento popular, mas sim como um instrumento apto para tocar música erudita.
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Disco um > Parte 1 / Parte 2
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Disco dois > Parte 1 / Parte 2
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Como progredia na sua carreira e tocava para audiências cada vez maiores, Segovia constatou que os violoes existentes não eram suficientes para tocar em grandes salas de concerto, porque não conseguiam produzir volume de som suficiente. Isso estimulou-o a procurar inovações tecnológicas (da época), que poderiam melhorar a amplificação natural do instrumento. Trabalhando a par com o luthier Hermann Hauser, ajudou na construção da que hoje é conhecido como Violão Clássico, de melhores madeiras e cordas de nylon. O formato do violão também foi mudado para melhorar a acústica. O novo violão podia produzir notas com maior volume sonoro do que os modelos anteriores, usados na Espanha e noutras partes do mundo, embora fosse ainda baseado no modelo básico desenvolvido por Antonio Torres quase 50 anos antes de Segovia nascer. Depois de uma viagem de Segovia pelos Estados Unidos em 1928, Heitor Villa-Lobos compôs e dedicou-lhe os "12 Estudos". Segovia também transcreveu muitas peças eruditas e reescreveu obras transcritas por outros (como Tárrega). Muitos violonistas nas Américas, entretanto, já tinham tocado as mesmas obras antes de Segovia chegar.
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Segovia ganhou o prémio Grammy pela Melhor Performance Erudita - Instrumentista em 1958, pela sua gravação Segovia Golden Jubilee.
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Em reconhecimento à sua enorme contribuição cultural, foi elevado para a nobreza espanhola em 1981, com o título de Marquês de Salobreña.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Rei da Voz

Francisco de Morais Alves
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(Rio de Janeiro, 19/agosto/1898 - Pindamonhangaba, 27/setembro/1952)
Um dos mais populares cantores do Brasil.
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Começou sua carreira em 1918 e seu primeiro sucesso foi a marcha carnavalesca O Pé de Anjo, do compositor Sinhô. Devido a sua voz firme e potente, era conhecido como o Rei da Voz. Compôs com Orestes Barbosa algumas obras-primas da canção Brasileira: "Meu Companheiro", "A Mulher que Ficou na Taça", "Dona da Minha Vontade", "Por Teu Amor".
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Francisco Alves já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Cyl Farney no filme "Chico Viola Não Morreu" (1955), Mário Gomes no filme "Tabu" (1982) , Jandir Ferrari no filme "Nelson Gonçalves" (2001)
e Fernando Eiras na minisserie "Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor." (2010)
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Disco Revivendo - Francisco Alves
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01. Por teu amor 02. Dei-te meu coração 03. Vivo deste amor 04. Balão do amor 05. Não sei 06. Sem ela 07. Amores de estudante 08. Sob uma cascata 09. Ilha de Capri 10. Teus beijos 11. A mulher que ficou na taça 12. Me queimei 13. Paisagens da minha terra 14. Hás de me pedir perdão 15. Olha pra lua 16. Já não és mais aquela 17. Romance 18. Serra da Boa Esperança

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Saudade É Recordar

Saudade É Recordar
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De que vale o que tenho
Só tristeza pra contar
E tristeza é ter saudade
Saudade é recordar
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Tu cruzaste o meu caminho
Quando eu era a própria dor
Hoje deixo o teu carinho
Por amor ao teu amor
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de Vera Falcão e Renan França
por
Elis Regina

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

The Wonderful World

Tom Jobim
The Wonderful World of Antonio Carlos Jobim (1965)

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01 - Ela é Carioca 02 - Água De Beber 03 - Surfboard 04 - The Useless Landscape 05 - Só Tinha De Ser Com Você 06 - A Felicidade 07 - Bonita 08 - Favela 09 - Valsa De Porto Das Caixas 10 - Samba Do Avião 11 - Por Toda A Minha Vida 12 - Dindi

Nara Leao - O Canto Livre de Nara (1965)

Nara Leao - O Canto Livre de Nara (1965)
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Esse disco conta com a participação de Dorival Caymmi e Luis Eça

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dois irmãos

Paulo Moura e Raphael Rabello - Dois Irmãos

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01 - Ronda - Sampa 02 - Chorando Baixinho 03 - Domingo No Orfeão Portugal 04 - Violão Vadio 05 - Morena Boca De Ouro 06 - Tempos Felizes 07 - 1X0 (Um A Zero) 08 - Tarde De Chuva 09 - Luiza 10 - Um Chorinho Em Aldeia
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Dúo instrumental Brasilero com Paulo Moura (Clarinete) e o genial Raphael Rabello (Violão),
interpretando músicas de grandes mestres da nossa música popular tais como Paulo Vanzoline, Abel Ferreira, Baden Powell e Paulo C. Pinheiro, Ary Barroso, Benedito Lacerda e Pixinguinha, Tom Jobim, Severino Araújo e do próprio Paulo Moura.
Músicas lindas executadas com estrema sensibilidade e talento por dois grandes e geniais artistas da nossa música popular Brasileira,
dois irmãos...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

My Funny Valentine

Chet Baker - My Funny Valentine - 1954

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01 - My Funny Valentine 02 - Someone to Watch Over Me 03 - Moonlight Becomes You 04 - This is Always 05 - I'm Glad There is You 06 - Time After Time 07 - Sweet Lorraine 08 - It's Always You 09 - Let's Get Lost 10 - Moon Love 11 - Like Someone in Love 12 - I've Never Been in Love Before 13 - Isn't it Romantic? 14 - I Fall in Love Too Easily
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Luz das Cordas

Marco Pereira e Hamilton de Holanda - Luz das Cordas
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1. Luz das Cordas
2. Brasileiro
3. 1 x 0
4. Lamentos do Morro
5. 50 anos
6. Pra você
7. Bate-coxa
8. Seu Tonico na ladeira
9. Xote das meninas
10. Qui nem jiló
11. Enchendo o latão
12. Na Baixa do Sapateiro
13. Las abejas

Fados Brasileiros

Paula Ribas – Fados Brasileiros (1974)


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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ela é genial

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loja virtual COLORAYSME STORE.
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Nessa loja você encontra desde cartoes, poster até tênis. Todos ilustrados e compostos por fotografías da genial Crissant.
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sábado, 13 de novembro de 2010

A vida é feita de detalhes

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Visitantes do Nada será como antes... já devem conhecer o trabalho da nossa amiga Crissant uma das minhas artistas favorita, por sua arte, simpatia e beleza. Links e postagens de seu trabalho estão por todo o blog como já devem ter notado.
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Agora além de expor suas fotografias nos seus sítios
Fotografia.Crissant e ColoRaysMe está dispondo a todos seu primeiro livro:
Life is made of details – storytelling photographs. inspirada em momentos pessoais de sua vida do qual se explica em seu sitio > Aqui
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Crissant
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Entre Brasil e Espanha
Publicitária/Fotógrafa

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pode ser adquirido aqui.


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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Nada será como antes...

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Do amoroso esquecimento

Eu, agora - que desfecho! Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
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(Espelho Mágico)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Tristeza E Solidão


Sou da linha de umbanda
Vou no babalaô
Para pedir pra ela voltar pra mim
Porque assim eu sei que vou morrer de dor
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Ela não sabe Quanta tristeza cabe numa solidão Eu sei que ela não pensa Quanto a indiferença Dói num coração Se ela soubesse O que acontece quando estou tão triste assim Mas ela me condena Ela não tem pena Não tem dó de mim
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Vinicius de Moraes / Baden Powell

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Encontro

Paulo Moura, Clara Sverner, Turíbio Santos & Olívia Byington
O Encontro (1984)
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Baixe Aqui

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Turíbio Santos - Choros do Brasil (1977)

Baixe Aqui
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Turibio Santos (violao)
Raphael Rabello (violao 7 cordas)
Jonas (cavaquinho)
João Pedro (violao)
Chaplin (percussion)
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1. Dengoso (João Pernambuco)
2. Graúna (João Pernambuco)
3. Choro da Saudade (Agustin Barrios)
4. Sons de Carrilhões (João Pernambuco)
5. Interrogando (João Pernambuco)
6. Pó de Mico (João Pernambuco)
7. Xodó da Baiana (Dilermando Reis)
8. Choro Triste (Alfredo de Medeiros)
9. Tristezas de Um Violão (Garoto)
10. Carioca 1 (Nicanor Teixeira)
11. Carioca 1 e 2 (Nicanor Teixeira)
12. Magoado (Dilermando Reis)
13. Doutor Sabe Tudo (Dilermando Reis)

domingo, 24 de outubro de 2010

Antonio Adolfo & Grupo No em Pingo D'Agua

Joao Pernambuco 100 Anos
Antonio Adolfo & Grupo No em Pingo D'Ag
ua
(1983)
Baixe Aqui (MegaUpload)
link renovado 03/12/11
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01 - Interrogando 02 - Mimoso 03 - Sonho de Magia 04 - Graúna 05 - Choro Em Sol 06 - Sentindo 07 - Rosa Carioca 08 - Brasileirinho 09 - Dengoso 10 - Valsa Em Lá 11 - Sons de Carrilhões 12 - A Estrada do Sertão
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Joao Pernambuco 100 Anos, disco em homenagem ao Centenário de João Pernambuco, uma sessão muito agradável com o piano de Antonio Adolfo e do grupo de Choro Nó em Pingo D 'Agua, com doze faixas selecionadas tomadas a partir de composições de João Pernambuco.
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Grupo No em Pingo D’Agua
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Antonio Adolfo (piano), Mário Seve (flute), Pedro Amorim (bandolim), Rogerio Souza (violão), Jorge Simas (violão 7 Cordas), Wanderson Martins (cavaquinho), Marcio Gomes (pandeiro)
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João Pernambuco nasceu em 1883 e seu trabalho como instrumentista só está disponível por 78 RPMs gravados na década de 1920. Mas seu legado e sua contribuição à música Brasileira permanecem numa forte influência ao longo de um século, moldando as obras de músicos tais como Jacob do Bandolim, Meira, Baden Powell, Maurício Carrilho, Raphael Rabello, entre muitos outros. (creditos: Lorinix)

sábado, 23 de outubro de 2010

A Dama do Apocalipse

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Branco por cima e o negro de um sorriso herói
Trancam-me a mente e eu nego o quanto a dor destrói
Rasgam-me o sonho e o mal me põe na vida
E a vida me faz sem medo
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Nos diademas, pragas, anjos de neon
Nos holocaustos trompas, flexas, megatrons
Abre-se a terra e o fogo traz a vida
E a vida não traz segredo
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Fecha-se o ar e o sol se nega, nega-se o pão e a paz
E o amor me cega
Sete rajadas correm, somem
E uma mulher
Se entrega e se impõe ardente
Constante, serpente, vulgar
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Rasga-se o sonho e o corpo sente a dor crescer
Abre-se a mente e o cego vê a luz nascer
Trava-se a guerra e o fogo faz a vida
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A Dama do Apocalipse
Composição: Nathan Marques / Crispim Del Cistia
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Credito da imagem Crissant dos blogs >
Fotografia.Crissant - ColoRaysMe
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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Carlos Galhardo

Catello Carlos Guagliardi
(Carlos Galhardo)
(Buenos Aires, 24 /04/1913 — Rio de Janeiro, 25 /07/1985)
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Um dos principais cantores da Era do Rádio.
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Filho de italianos, Pietro Guagliardi e Saveria Novelli.
Dois meses depois de seu nascimento, a família mudou-se para São Paulo e logo após ao Rio de Janeiro.
Aos oito anos de idade, com o falecimento de sua mãe, o menino passa a viver com um parente no bairro do Estácio e aprende o ofício de alfaiate. Chega até a abandonar os estudos (completou o primário) para dedicar-se à profissão.
Passou por várias alfaiatarias e numa delas trabalhou com o (Barítono) Salvador Grimaldi, com quem costumava ensaiar duetos de Ópera.
Apesar de em casa e para amigos cantarolar cançonetas italianas e árias de ópera, sua carreira iniciou em uma festa na casa de um irmão, onde encontravam-se presentes personalidades como Mário Reis, Francisco Alves, Lamartine Babo, Jonjoca e, ali, cantou para os convidados Deusa, de Freire Junior, canção do repertório de Francisco Alves. Aprovando-o, aconselharam-no a tentar o rádio. Foi então apresentado ao compositor Bororó e através deste conseguiu uma oportunidade na
Rádio Educadora do Brasil onde cantou "Destino", de Nonô e Luís Iglesias. No dia seguinte foi procurado e convidado a fazer um teste na RCA Victor
. Aprovado, passa a fazer parte do coro que acompanhava as gravações da gravadora
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01- Amar...Amar 02- Pecado Original 03- Mês De Maio 04- Lembranças De Icaraí 05- Duas Mulheres 06- Canções De Toda Gente 07- Orgulho 08- Cabelo Branco 09- Convite À Valsa 10- Incerteza 11- Eu Acuso 12- Saudade De Matão

Baixe Aqui

terça-feira, 5 de outubro de 2010

AMOR

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O ser busca o outro ser, e ao conhecê-lo acha a razão de ser, já dividido.
São dois em um: amor, sublime selo que à vida imprime cor, graça e sentido.
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"Amor" - eu disse - e floriu uma rosa embalsamando a tarde melodiosa no canto mais oculto do jardim, mas seu perfume não chegou a mim.
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AMAR SE APRENDE AMANDO
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Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nosso Trio

video

Partindo pro alto

Nelson Faria

sábado, 25 de setembro de 2010

Elomar Figueira Mello

Elomar Figueira Mello
(Vitória da Conquista, 21 de dezembro de 1937)
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Cantor compositor e Violeiro.
Nascido em família tradicional de fazendeiros da Zona da Mata do Itambé e da região do Mata - de - Cipó, de Vitória da Conquista, iniciou-se na música ainda criança, acompanhando os cantos das festas religiosas, a música dos cantadores, violeiros e repentistas do sertão. Mudou-se para Salvador, onde estudou música e arquitetura. Lá, ainda adolescente, gostava de ir às feiras para ver os cantadores, os catingueiros, que eram ridicularizados por falarem de maneira incorreta. Considerando a importância da cultura do sertão e das comunidades interioranas, decidiu que, em suas composições, ligadas ao universo rural, prezaria escrever naquela variação linguística.
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Com seu canto, inspirado no falar sertanejo e com sua construção musical inspirada na tradição trovadoresca da Idade Média, é também apontado, por seus admiradores como menestrel. Foi definido por Vinícius de Moraes como um príncipe da caatinga. Seus discos são considerados referência da música regional.
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1 Novena (Geraldo Azevedo - Marcus Vinicius)
2 Sete cantigas para voar (Vital Farias)
3 Cantiga do Boi Incantado (Elomar)
4 Kukukaya (Jogo da asa da bruxa) (Cátia de França)
5 Ai que saudade de ocê (Vital Farias)
6 Ai d'eu sodade (O ABC do preguiçoso) (Folclore)
7 Semente de Adão (Carlos Fernando - Geraldo Azevedo)
8 Viramundo (Capinan - Gilberto Gil)
9 Cantiga do estradar (Elomar)
10 Saga da Amazônia (Vital Farias)
11 Matança (Jatobá)
12 Cantiga de amigo (Elomar)
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1 Abertura: • Desafio do Auto da Catingueira (Elomar) • Repente (Vital Farias) • Novena (Geraldo Azevedo-Marcus Vinicius)
2 Era casa era jardim (Vital Farias) • Veja Margarida (Vital Farias)
3 Sabor colorido (Geraldo Azevedo) • Moça bonita (Geraldo Azevedo-Capinan)
4 Na quadrada das águas perdidas (Elomar)
5 Cantilena de lua cheia (Vital Farias)
6 Arrumação (Elomar)
7 Suíte Correnteza: • Barcarola do São Francisco (Geraldo Azevedo-Carlos Fernando) • Talismã (Geraldo Azevedo-Alceu Valença) • Caravana (Geraldo Azevedo-Alceu Valença)
8 Estampas Eucalol (Hélio Contreiras)
9 Saga de Severinin (Vital Farias)
10 Cantiga de amigo (Elomar)
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sobre indicação da nossa amiga Lara Amaral do blog
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Teatro da Vida

logo mais...

domingo, 19 de setembro de 2010

La Fusa

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Vinicius de Moraes, Maria Bethania & Toquinho En La Fusa (1971)
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01 - A Tonga da Mironga do Kabuletê (Toquinho / Vinicius de Moraes)
02 - É de Manhã (Caetano Veloso) com Maria Bethania
03 - Samba da Rosa (Toquinho / Vinicius de Moraes)
04 - Testamento (Toquinho / Vinicius de Moraes) (instrumental)
05 - Samba da Bênção (Baden Powell / Vinicius de Moraes)
06 - Tarde Em Itapoã (Toquinho / Vinicius de Moraes)
07 - Viramundo (Gilberto Gil / Capinan) com Toquinho e Maria Bethânia
08 - Apelo (Con El Soneto de Separación) (Baden Powell / Vinicius de Moraes) com Vinicius de Moraes, Maria Bethânia e Toquinho
09 - Como Dizia o Poeta (Albinoni / Toquinho / Vinicius de Moraes)
10 - O Que Tinha de Ser (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) com Maria Bethânia
11 - O Dia da Criação (Vinicius de Moraes) com Vinicius de Moraes, Toquinho e Maria Bethania